Dezembro vermelho: prevenção e avanços da medicina contra AIDS

dez 13, 2017

ATENÇÃO

Todos os planos de saúde estão cobrindo o teste para o coronavírus.
Contrate agora mesmo seu plano e garanta melhores condições e os valores da tabela vigente.

Dezembro é o mês-chave de campanhas de prevenção à AIDS. Essa doença, que afeta mais de 40 milhões de pessoas no mundo todo, tem sido combatida sistematicamente pela medicina, com tratamentos e prevenção cada vez mais avançados.

Para lembrar da importância de evitar contrair o vírus, em primeiro lugar, o mês de dezembro foi escolhido para a conscientização. O laço vermelho, símbolo da luta contra o HIV, pode ser visto em diversas instituições e campanhas ao longo desse período.

Por isso, preparamos este post para esclarecer as principais dúvidas sobre o Dezembro Vermelho e falar dos avanços da medicina em relação à prevenção e ao tratamento da AIDS. Confira!

O que é a campanha Dezembro Vermelho?

Em 1987 a Assembleia Mundial da Saúde, com o apoio das Organização das Nações Unidas, definiu dezembro como o mês oficial de solidariedade, compaixão e compreensão pelas pessoas infectadas com o vírus HIV.

Esse mês, além de reforçar a importância de prevenir e tratar, também serve para conscientizar de forma a diminuir a intolerância e o preconceito em relação à doença. Por isso, o laço vermelho é usado por celebridades e autoridades do mundo todo em prol da causa.

O que é HIV/AIDS?

O HIV é um vírus que afeta todo o sistema imunológico de quem é infectado por ele. Ele atua diminuindo e enfraquecendo a atividade dos glóbulos brancos, tornando a pessoa suscetível ao ataque de outras doenças. Ou seja, uma pessoa que esteja com altas taxas de HIV no corpo corre o risco de morrer ao ter mesmo que um simples resfriado.

Esse vírus é transmitido por contato com fluidos corporais, como sêmen, saliva, sangue, fluido vaginal e leite materno. Por isso, boa parte das campanhas de prevenção reforçam a importância de usar camisinhas em todas as relações sexuais, inclusive no sexo oral.

A AIDS, portanto, é a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, causada pelo vírus HIV. Para entender, basta uma comparação simples: a gripe é o nome da doença (como no caso da AIDS) e influenza é o nome do vírus causador (nesse caso, o vírus HIV).

Um dos maiores perigos da doença é a falta de sintomas por um longo período após a infecção. Nas primeiras semanas após a contração aparecem feridas na boca e/ou nos genitais, seguidas de erupções na pele do tronco. Esses sintomas costumam desaparecer rapidamente, entre uma e duas semanas.

Após isso, o vírus pode entrar em estado de latência por até 20 anos. Os sintomas que surgem quando a AIDS já está estabelecida incluem:

  • dores de cabeça;
  • tumores na pele;
  • diarreia crônica;
  • problemas de digestão;
  • problemas respiratórios.

O diagnóstico é feito com base na contagem de linfócitos T no sangue: se estiverem abaixo de 200 células por microlitro de sangue, então há grandes chances da pessoa estar infectada pelo HIV. Em geral, também observa-se o desenvolvimento de outras doenças, como a candidíase e pneumocistose para verificar o andamento da síndrome.

Como prevenir o contágio?

A prevenção à AIDS muitas vezes é focada no uso do preservativo em todas as relações sexuais. Apesar de evitar diversas doenças e ser uma forma de contracepção, a camisinha nem sempre é usada da forma ideal ou em todas as relações sexuais, como é o desejável.

Além disso, é importante que se evite o uso de seringas compartilhadas, seja qual for o objetivo da utilização. Recomenda-se também evitar dividir o uso de aparelhos de barbear, lâminas ou qualquer objeto que tenha possível contato direto com sangue.

Mães que sejam portadoras do vírus HIV também devem evitar amamentar, tendo o direito de usar leite de bancos de leite ou alternativas alimentares para bebês. Mulheres grávidas devem fazer acompanhamento da gravidez com um médico infectologista para assegurar que o bebê não será contaminado.

Práticas como compartilhar copos, talheres, cigarros ou trocar beijos não oferecem risco de contágio. No caso do beijo, é necessário haver machucados profundos e sangramentos na boca para ocorrer a infecção. Apesar do vírus HIV estar presente na saliva, ele é neutralizado pela acidez e por substâncias presentes na boca.

Como funciona o tratamento?

Uma vez que uma pessoa é diagnosticada como portadora de HIV ou com AIDS, ela deve iniciar seu tratamento imediatamente, sempre acompanhada por um infectologista. O tratamento é multidisciplinar e pode incluir diversos exames e procedimentos.

É feita uma avaliação do estado de saúde do paciente e desenvolvimento do vírus para determinar as doses de medicamentos que serão necessárias. A partir daí é iniciado o acompanhamento da doença. É importante que o paciente tome seus medicamentos corretamente, de forma a evitar que o vírus adquira resistência.

Quanto antes a infecção for detectada, melhor. O início do tratamento ainda nos primeiros estágios garante uma maior longevidade e melhor qualidade de vida ao paciente. Exames clínicos e laboratoriais regulares e o estilo de vida saudável contribuem para a manutenção da saúde por um longo tempo.

O que é o PEP (Profilaxia Pós-Exposição)?

O PEP é uma terapia retroviral que dura cerca de 28 dias após o contágio e, se feita corretamente, evita a sobrevivência e multiplicação do HIV em pessoas que podem ter sido contaminadas. De acordo com o Ministério da Saúde, o PEP é aplicável nos seguintes casos:

  • violência sexual;
  • relações sexuais desprotegidas (sem camisinha ou com rompimento dela);
  • acidente ocupacional (com objetos perfurantes ou cortantes que tenham estado com material biológico).

Esse tratamento de emergência deve ser prescrito por um médico, que vai avaliar a necessidade de outros medicamentos. O primeiro atendimento deve ser realizado até 72 horas após a possível contaminação. Após isso, o resultado pode ficar comprometido.

Também é importante seguir à risca as instruções e realizar acompanhamento médico durante o período de tratamento. O PEP pode ser solicitado gratuitamente em qualquer hospital ou unidade básica de saúde do SUS, e é considerado um avanço na prevenção e no tratamento da AIDS.

Quais são os avanços na medicina?

Apesar do vírus HIV ser muito difícil de ser estudado e da AIDS ainda não ter cura, muitas autoridades no assunto acreditam que em breve haverá avanços nesse sentido.

O vírus se espalha diretamente no material genético do paciente, tornando todas as células infectadas as próprias reprodutoras do HIV. Ou seja, não é possível atacar diretamente o vírus, mas a descoberta de como o HIV se reproduz e funciona no corpo humano foi um avanço significativo, bem como os medicamentos de prevenção imediata.

Desde a descoberta do HIV, a ciência avançou enormemente no tratamento e na profilaxia, que são cada vez mais acessíveis e eficientes.

A campanha de Dezembro Vermelho não é apenas sobre prevenção, é sobre entender que pessoas portadoras do vírus também têm direito à vida em sociedade sem sofrer preconceito ou limitações. Informar-se sobre a doença e ajudar pessoas que tenham sido contaminadas com tolerância e compaixão é muito importante!

Participe desse movimento! Compartilhe este post nas redes sociais!

ATENÇÃO

Todos os planos de saúde estão cobrindo o teste para o coronavírus.
Contrate agora mesmo seu plano e garanta melhores condições e os valores da tabela vigente.

Tabelas atualizadas dos principais planos de saúde: planos individuais, empresariais, para gestantes, para crianças, para familiares e para idosos.

Os 7 planos de Saúde individuais mais baratos na zona sul

Está com dificuldade em encontrar planos de Saúde individuais mais baratos na zona sul? Afinal, os planos são importantes para cuidar da saúde, sem prejudicar o bolso.
Então, confira a lista que a Amigão Saúde preparou com 7 opções de planos!

Conteúdos relacionados:

Benefícios do chá SB

Benefícios do chá SB

Você quer emagrecer e procura um forte aliado que possa auxiliar nesse processo? Conheça os benefícios do chá SB, que te auxilia no emagrecimento e na queima de gordura, por conta do mix de ervas, escolhidos especialmente para atuar no problema da obesidade.