Afinal, vale a pena ter um plano de saúde para bebês?

Afinal, vale a pena ter um plano de saúde para bebês?

Quando um casal recebe a notícia de que a família vai aumentar com a chegada de um herdeiro, além da enorme felicidade surge também o peso da responsabilidade. Nessas horas, é comum que se cogite a contratação de um plano de saúde para bebês.

Contudo, também é normal ter dúvidas sobre a viabilidade e as vantagens do convênio médico. Se você quer saber se vale a pena contratar um plano de saúde para bebês, continue a leitura deste texto!

Os benefícios de se ter um plano de saúde para bebês

A contratação de um plano de saúde de qualidade traz diversas vantagens para as crianças e para a família, pois garante um bom atendimento médico sempre que necessário.

Mas será que vale a pena fazer esse investimento? A resposta é sim. Mesmo que, de início, pareça ser mais um gasto mensal para os pais, que já estão lidando com diversas despesas relacionadas à criança, essa contratação traz economia e tranquilidade. Entenda:

Economia com despesas médicas

Como a imunidade ainda não está desenvolvida e o bebê está se adaptando ao mundo, os gastos com saúde são recorrentes, como consultas de rotina, exames médicos e vacinas — nem todas são ofertadas pelo SUS.

Também podem ocorrer situações mais complicadas, como a necessidade de internação, procedimentos cirúrgicos ou exames mais complexos (e mais caros). Com um bom plano de saúde, os pais evitarão grandes gastos, reduzindo os custos com as despesas médicas e hospitalares da criança.

Tranquilidade dos pais em relação ao atendimento

Outra grande vantagem é a tranquilidade trazida pela contratação de um bom plano. Os pais saberão que, caso necessário, terão o suporte para fornecer o atendimento que o bebê precisa.

Ainda, diante de emergências ou com a descoberta de um problema de saúde, ter um plano traz a certeza  de que os tratamentos e procedimentos serão, em grande parte, cobertos pela operadora do serviço.

Dessa forma, essa contratação permite que os pais tenham uma tranquilidade maior em relação às suas finanças e, principalmente, à saúde do bebê.

Como funciona o plano de saúde para bebês

A contratação do plano de saúde pode ser feita de duas formas, dependendo se a mãe já tem ou não um plano. Entenda:

Contratação quando a mãe já tem um plano de saúde

Quando a mãe já tem um plano de saúde durante a gestação, ele cobre as necessidades do bebê por até 30 dias após o parto, sem carência, devendo ser providenciada a inclusão da criança como dependente durante esse prazo, pagando a taxa correspondente.

Nos planos empresariais, algumas regras podem ser diferenciadas, por isso se informe com a operadora do plano de saúde e verifique as condições de contratação.

De qualquer forma, é importante conhecer bem o contrato vigente e analisar se a cobertura solicitada é suficiente para as necessidades após a chegada do bebê. Em caso negativo, busque novas propostas que sejam mais adequadas.

Contratação quando a mãe não tem um plano de saúde

Se a mãe ainda não possui um convênio médico, vale a pena começar a procurar diferentes planos para encontrar o mais adequado às necessidades da família. Nesses casos, a futura mamãe pode contratá-lo ainda durante a gestação e depois incluir a criança como dependente.

Também é possível fazer a adesão apenas após o nascimento. O ideal é verificar todas as condições de contratação e carência, para garantir o melhor negócio para a saúde da sua família.

Como escolher o melhor plano de saúde

Já deixamos claro que vale a pena ter um plano de saúde para bebês e como funciona essa contratação, mas como fazer a melhor escolha? Separamos algumas dicas para ajudar. Confira:

Analise os tipos de coberturas

Na hora de contratar o plano é preciso descobrir os tipos de coberturas oferecidas. Informe-se sobre tratamentos e doenças cobertos, se a cobertura é apenas ambulatorial ou também hospitalar, além da abrangência territorial.

Para famílias que costumam viajar, uma cobertura nacional é importante, mas em outros casos uma cobertura mais simples pode ser suficiente, além de ser mais barata.

Outro ponto é analisar as coberturas totais ou com coparticipação. No primeiro caso, as mensalidades costumam ser mais caras, mas não há nenhum pagamento adicional referente aos procedimentos ou consultas.

Por outro lado, a coparticipação oferece mensalidades mais baratas, com pagamento de taxas estipuladas no contrato sempre que for necessário utilizar um serviço coberto pelo plano.

Verifique o período de carência

Outra questão fundamental é a carência. Você deve se informar sobre os prazos para cada procedimento: consultas, exames, internações, cirurgias etc.

Se a mãe já tinha plano e a criança for incluída como dependente, no período de 30 dias não haverá carência. Nos demais casos a carência dependerá das disposições de cada operadora.

Solicite uma proposta detalhada e analise os períodos de carência de cada uma — com especial atenção aos procedimentos e prazos, já que, em um mesmo plano, as carências para diferentes itens podem variar.

Assim, tendo em vista que até o fim desse período o plano não cobrirá as consultas e procedimentos realizados, a carência deve ser considerada na hora de fazer essa escolha.

Avalie os credenciados

Existem diversas operadoras de planos de saúde, com diferentes ofertas. Uma forma de avaliar a melhor opção é se informar sobre quem são os credenciados da operadora, pois são eles que garantirão o atendimento necessário pelo plano.

Descubra se o plano dispõe de profissionais de diferentes especialidades médicas e saiba quem são eles, clínicas, hospitais e laboratórios conveniados.

Analise também as estruturas oferecidas pelos hospitais e clínicas, para ter certeza de que serão adequados para atender às necessidades da criança. Assim, você terá mais tranquilidade sobre a qualidade do atendimento que será prestado.

Considere o custo-benefício

Com todos os dados em mãos, analise o custo-benefício das ofertas obtidas para escolher a que é mais adequada ao seu orçamento e às necessidades da sua família.

Mas lembre-se de que um custo mais baixo nem sempre é mais vantajoso, da mesma forma que o mais caro não significa maior qualidade. Essa análise deve ser feita com cuidado, considerando todos os itens citados anteriormente, para garantir a proteção da saúde do seu bebê.

E então, gostou deste post? Agora que você já sabe os benefícios do plano de saúde para bebês, aproveite para entender a importância do médico pediatra para a saúde do seu filho!


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