Guia completo: tudo o que você precisa saber sobre a febre amarela

mar 6, 2018

A identificação de casos de febre amarela no Brasil está gerando diversas dúvidas na população e trazendo preocupações com a saúde de suas famílias. A gravidade da doença faz com que seja essencial entender os seus principais aspectos.

Para esclarecer esse assunto, preparamos este guia com tudo o que você precisa saber sobre essa doença. Vamos explicar o que é, as formas de transmissão, prevenção, diagnóstico e tratamento, além de falar sobre a vacinação e esclarecer os principais mitos e verdades sobre o tema.

Ficou interessado? Então, continue a leitura e se informe!

O que é a febre amarela e como ela é transmitida?

É uma doença infecciosa grave causada por um vírus. Ela costuma causar febre alta e icterícia — um distúrbio do organismo que deixa o corpo com uma coloração amarela —, motivo pelo qual ela tem esse nome.

Os vetores dessa doença são os mosquitos Aedes aegypti (responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya), Sabethes Haemagogus, que podem infectar humanos e alguns primatas, como os macacos.

Essa doença é mais comum entre os meses de dezembro e maio. O verão é conhecido pelo aumento da população dos mosquitos vetores, devido à grande quantidade de chuvas, o que permite uma circulação maior do vírus.

Em 2017 foi notável a ocorrência do surto de febre amarela no primeiro semestre — foram contabilizados 777 casos confirmados e 261 óbitos. Porém, após o período de 90 dias sem notificações de novas ocorrências, o surto foi declarado encerrado em setembro do mesmo ano.

Contudo, com a identificação de novos casos de macacos infectados, ficou clara a existência de um novo ciclo da doença, motivo pelo qual o alerta e as campanhas de prevenção e vacinação continuam fortemente divulgadas, principalmente para as áreas e grupos de risco.

Ciclos de transmissão

A doença é classificada em dois ciclos diferentes, de acordo com a área de transmissão:

  • ciclo urbano: ocorre nas cidades, transmitido pelo Aedes aegypti;
  • ciclo silvestre: ocorre nas áreas rurais, transmitido Sabethes Haemagogus.

Nos dois casos o vírus e a evolução clínica são os mesmos. Conforme informações do Ministério da Saúde, o último ciclo urbano que ocorreu no Brasil foi em 1942 e todos os posteriores — inclusive os detectados a partir de julho de 2017 — foram do ciclo silvestre.

Nesses casos, a transmissão acontece da seguinte forma: um mosquito fêmea pica um hospedeiro infectado, adquirindo o vírus que circulará na sua corrente sanguínea até se estabelecer nas glândulas salivares.

Depois de alguns dias, o mosquito já poderá transmitir a doença. Assim, ao morder um humano ou macaco, ele infecta o novo hospedeiro, dando continuidade ao ciclo.

Vale ressaltar que não é possível pegar a doença ao entrar em contato com outras pessoas ou animais infectados: a única forma de transmissão são as picadas dos mosquitos que sejam portadores do vírus.

Áreas de risco

As áreas de risco são aquelas onde há mais chances de infecção pelo vírus, tendo em vista as condições específicas de cada local, e existem por todo o mundo. Atualmente, elas estão localizadas na África, na América Central e na América do Sul, totalizando 47 países com focos da doença.

Na África, o maior risco é na região subsaariana — ao sul do Deserto do Saara, como Angola, Congo e Nigéria. Na América Central, as áreas de maior risco estão na ilha Trinidad, em Trinidad e Tobago, e no Panamá.

Na América do Sul, além do Brasil, também são consideradas áreas de risco os seguintes países:

  • Bolívia;
  • Colômbia;
  • Equador;
  • Guiana;
  • Guiana Francesa;
  • Paraguai
  • Peru;
  • Suriname;
  • Venezuela.

Áreas de risco no Brasil

No Brasil, lista atualizada pela OMS no dia 16 de janeiro de 2018, considerou áreas de risco os estados regiões norte, centro-oeste — incluindo o Distrito Federal —, sudeste e sul do país, além da Bahia, do Maranhão e do Piauí, no nordeste.

Além disso, nem todas as cidades desses estados estão com risco elevado de contaminação. Por isso, para ter certeza sobre os locais que exigem a vacinação é fundamental procurar informações com a secretaria de saúde do seu estado ou município.

Interferência dos macacos nos ciclos da doença

Apesar de serem recorrentes as notícias sobre maus tratos e mortes de macacos, causados por pessoas que buscam combater a doença, não há nenhum fundamento para essa prática.

A febre amarela é uma zoonose, ou seja, afeta animais e humanos, mas a transmissão não ocorre entre infectados. Visando informar a população sobre isso, o Ministério da Saúde lançou a campanha “A culpa não é do macaco”.

Além de não ser ele o causador da doença, nem a transmitir diretamente para os humanos, os macacos exercem um papel importante para alertar as autoridades sobre a possibilidade de incidência do vírus em determinada região.

O que fazer ao se deparar com um macaco?

Em qualquer situação, não chegue muito perto nem agrida o animal: respeite o seu espaço e seu habitat. Se ele estiver saudável, limite-se a tirar fotos ou avistá-lo com certa distância.

Contudo, caso encontre um animal que pareça infectado ou esteja morto, notifique imediatamente o serviço de saúde do município ou estado pelo número 136. Após receber a informação, o órgão vai tomar algumas atitudes, como:

  • tentar coletar uma amostra para análise laboratorial;
  • verificar existência de outros animais mortos ou infectados.

Esses cuidados são necessários para identificar se é um caso de febre amarela, se foi uma ocorrência isolada ou se outros macacos também foram infectados. Em caso positivo, o serviço de saúde iniciará as medidas de prevenção, para que a doença não atinja a população.

Quais são os sintomas da doença?

Apesar da gravidade da febre amarela, em algumas situações a pessoa infectada não chega a apresentar sintomas ou os apresenta de forma branda — como em uma virose —, não desenvolvendo a doença. Contudo, quem a desenvolve costuma apresentar esses indícios de maneira repentina.

A doença engloba duas fases: aguda e tóxica. Veja a seguir os sintomas de cada uma:

Sintomas da fase aguda

A fase aguda acontece no início da infecção, sendo o estágio inicial da doença, com poucos dias de duração. Os sintomas são:

  • calafrios;
  • cansaço;
  • dor de cabeça;
  • dor muscular, principalmente nas costas e nos joelhos;
  • febre;
  • náuseas;
  • perda de apetite;
  • rosto, olhos ou língua vermelhos.
  • sensibilidade à luz;
  • tontura;
  • vômitos.

Em geral, a recuperação dessa fase ocorre em até 4 dias, porém, em algumas situações a pessoa desenvolve sintomas mais graves, entrando na fase tóxica da doença.

Sintomas da fase tóxica

A fase tóxica não é desenvolvida por todas as pessoas infectadas. Considerada a forma mais grave da doença, ela traz riscos de vida para o paciente.

Os primeiros sinais dessa fase costumam se manifestar cerca de dois dias após a remissão da fase aguda e um período de bem-estar do paciente. Os principais sintomas são:

  • cansaço intenso;
  • disfunção cerebral, como delírios, convulsões e coma;
  • dor abdominal;
  • febre recorrente;
  • frequência cardíaca lenta;
  • hemorragia interna e coágulos;
  • insuficiência hepática (icterícia);
  • insuficiência renal;
  • sangramento do nariz, dos olhos ou da boca;
  • sangue no vômito ou nas fezes;
  • urina escura;
  • vômitos.

Em casos mais graves, pode acontecer a falência múltipla dos órgãos devido à falta de circulação sanguínea, causada pelos coágulos e hemorragias. Os principais órgãos atingidos nesses casos são o coração, o fígado e os rins.

O choque hipovolêmico é outra complicação grave, também causada pela falta de circulação. O baixo volume de sangue pode fazer com que o coração acelere, causando uma sobrecarga. Essa condição é extremamente grave, com grandes índices de mortalidade, por isso o tratamento deve ser imediato.

Por isso, após o término da fase aguda, é fundamental permanecer alerta para identificar qualquer sintoma da fase tóxica. O seu índice de mortalidade é alto e quanto mais cedo o paciente buscar auxílio médico, maiores serão as chances de cura.

Diagnóstico

Diagnosticar a febre amarela não é uma tarefa simples. Os sintomas iniciais são parecidos com os de outras doenças, como dengue hemorrágica, hepatite, leptospirose e malária.

Contudo, em épocas de surto os médicos costumam identificar a suspeita com maior agilidade, questionando o paciente sobre o histórico de viagens para verificar se ele esteve em alguma área de risco, além de fazer exames de sangue.

Com os resultados dos hemogramas, os médicos procuram indícios de infecção, como a redução de glóbulos brancos no sangue. Dependendo do caso também podem ser solicitados outros exames, como a sorologia por ELISA e a reação em cadeia polimerase.

Como é o tratamento da febre amarela?

Não existe um medicamento específico para combater o vírus da febre amarela. Por isso os tratamentos são focados no alívio dos sintomas ou na internação do paciente para acompanhamento hospitalar, dependendo do resultado da avaliação clínica.

Durante o tratamento o paciente deve ficar em repouso e ingerir bastante líquidos, para evitar a desidratação que pode ser causada pelos vômitos. Além disso, deve seguir corretamente as indicações médicas, principalmente em relação aos medicamentos.

Em casos mais extremos, podem ser recomendados as seguintes intervenções:

Solução intravenosa

Em casos de desidratação, quando os vômitos são recorrentes e não permitem que o paciente se reidrate, a internação para tratamento intravenoso é imprescindível.

Diálise

Nos casos de falência renal, é necessário encaminhar o paciente para diálise, que é um procedimento que substitui as funções do rim, filtrando o sangue por máquinas para evitar o acúmulo de toxinas.

Transfusão de sangue

Em caso de hemorragias pode ser necessário que o paciente receba transfusões de sangue ou de plasma, para substituir as proteínas do sangue e melhorar a coagulação.

Vale lembrar, ainda, que quem já teve a doença, fica imunizado e não tem risco de ser infectado novamente, tendo em vista que o organismo já terá os anticorpos para combater o vírus.

É possível prevenir a febre amarela?

A preocupação com essa doença é comum, principalmente durante surtos, contudo, além de ser curável, também existem formas de se prevenir. A principal é tomar a vacina, que garantirá a sua imunização ao vírus.

Porém, existem outras dicas que podem ajudar a combater a proliferação do vírus, bem semelhantes às de prevenção da dengue. Conheça:

Evite a sua proliferação

Os mosquitos utilizam os focos de água parada para se reproduzir, por isso, tome alguns cuidados, como:

  • não deixe recipientes e pneus acumulando água da chuva;
  • coloque areia nos vasos de plantas;
  • limpe as calhas dos telhados.

Dessa forma, você ajuda a reduzir o foco de mosquitos vetores.

Proteja-se dos mosquitos

Considerando que os ciclos de febre amarela que foram identificados nos últimos anos são de origem silvestre, é mais difícil controlar a proliferação do mosquito, tendo em vista o seu habitat (matas e áreas rurais).

Porém, é possível tomar algumas medidas para evitar picadas dos mosquitos. Alguns cuidados que você deve ter, são:

  • use mosquiteiros e telas para evitar que os mosquitos entrem em casa;
  • use repelentes (se for usar protetor solar, aplique-o primeiro);
  • evite deixar a pele exposta, dê preferência para roupas compridas e claras.

Vale lembrar que essas medidas não substituem a vacinação, que é a forma mais eficaz de prevenir a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O que saber sobre a vacina contra febre amarela?

As vacinas são feitas com vírus vivos atenuados, aplicada por injeção. Após a vacinação, a pessoa desenvolverá os anticorpos necessários para combater o vírus, ficando imune à infecção.

Por ser a maior forma de prevenção, separamos as principais informações sobre ela. Veja só:

Pessoas que devem ser vacinadas

Devem ser vacinadas todas as pessoas, crianças ou adultos, que residam em áreas de risco ou nas suas proximidades, conforme o calendário de vacinação.

Além disso, pessoas que forem viajar para essas áreas, dentro e fora do Brasil, devem ser vacinadas com 10 dias de antecedência, para que o organismo tenha tempo de produzir anticorpos.

Pessoas que não devem tomar a vacina

Mesmo sendo necessária a prevenção, a vacina não deve ser aplicada em menores de 6 meses, pois são mais vulneráveis e têm mais chances de sofrer complicações com a dosagem.

Além disso, ela deve ser evitada por grávidas e lactantes, pessoas imunodeprimidas e alérgicos a algumas substâncias da vacina, como proteína de ovo, gelatina de boi e eritromicina.

Contudo, no caso de moradores de áreas de risco ou pessoas que precisem viajar para uma dessas regiões é importante consultar um médico. O profissional poderá verificar os riscos da vacina e a possibilidade de aplicar medidas para atenuá-los.

Necessidade de reforço

A dose-padrão da vacina protege a pessoa por toda a vida — a recomendação sobre o reforço a cada 10 anos já foi retirada pela OMS em 2014. O Brasil adotou essa recomendação no início de 2017, por isso, se você já tomou a vacina, não é preciso tomar uma nova dose.

Vacina fracionada

As vacinas fracionadas têm gerado bastante dúvida, principalmente quanto à sua eficácia. Porém, não há motivos para preocupação: elas garantem a imunização aos pacientes.

Trata-se de uma medida de emergência, em que é feita a aplicação de uma dose menor do que a tradicional, visando aumentar o número de pessoas vacinadas. Nesses casos, após 8 anos a pessoa precisará tomar a vacina novamente para se manter imunizado.

Reações adversas

A vacina da febre amarela pode gerar algumas reações adversas aos pacientes, não sendo algo recorrente. São elas:

  • dor de cabeça leve;
  • dores musculares;
  • dor no local da injeção;
  • fadiga;
  • febre baixa.

Caso apresente algum sintoma, é recomendável procurar atendimento médico para avaliar o caso e, se necessário, passar algum medicamento para aliviar os sintomas.

Certificado internacional de vacinação ou profilaxia (CIVP)

Além disso, alguns países exigem que os turistas apresentem o CIVP como comprovante de vacinação contra a febre amarela. A emissão desse documento é feita nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante da Anvisa e nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) credenciadas, gratuitamente.

Nos casos em que a vacinação não for recomendada, o médico poderá emitir uma carta de isenção da vacina, que deve ser feito em papel timbrado e indicar e detalhar os motivos para que o paciente não fosse vacinado. Em alguns casos, as autoridades da imigração podem aceitar esse documento para liberar a entrada da pessoa no país.

Mitos e verdades sobre a febre amarela

Com as preocupações trazidas pelo aumento de incidência da doença, é comum ouvir várias informações sobre a febre amarela. Porém, nem todas são verdadeiras, o que pode gerar confusão e, até mesmo, prejudicar as campanhas e tratamentos contra ela.

Para esclarecer o assunto, separamos os principais mitos e verdades sobre essa doença. Veja a seguir:

É transmissível de pessoa para pessoa

Trata-se de um mito. Como já explicamos, essa doença é transmitida pela picada dos mosquitos infectados. Portanto, o contato com pessoas infectadas não transmite a febre amarela.

Dessa forma, não há problemas em frequentar lugares movimentados que possam ter pessoas infectadas ao seu redor — isso não aumentará o risco de infecção.

Um macaco pode transmitir a doença para humanos

Outro mito. Na verdade, os macacos também podem ser hospedeiros da doença, como os humanos. O mosquito pode picar um animal doente e, na sequência, transmitir a doença para outros hospedeiros (macacos ou humanos).

Contudo, o contato com esses animais não é capaz de infectar humanos. Além disso, eles auxiliam na identificação da incidência da doença na região.

Passar repelente previne a doença

Parcialmente verdade. Apesar de ser recomendado utilizar repelentes e roupas compridas para evitar a contaminação, nenhuma medida substitui a vacina, principalmente para os moradores e visitantes de regiões endêmicas.

Quem não mora e não vai viajar para áreas de risco não precisa da vacina

Verdade. O Ministério da Saúde informou que a vacinação é direcionada para as pessoas que moram ou vão viajar para alguma área em que seja recomendada a vacina.

Existem dois tipos de febre amarela

Mito. Na verdade, existem dois ciclos: urbano e silvestre. Conforme explicado, nas áreas rurais o vírus é transmitido pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes. Já nas cidades ele é propagado pelo Aedes Aegypti.

A vacina não é recomendada para idosos

Também é um mito. Os idosos com mais de 60 anos podem tomar a vacina, devendo apenas passar por uma avaliação antes do procedimento.

Grávidas e lactantes não devem ser vacinadas

Parcialmente verdade. A vacinação não é indicada para as gestantes, contudo, na ocorrência de surtos, epidemias ou viagens para áreas de risco, ela deverá ser avaliada pelo serviço de saúde para verificar os riscos e os benefícios da vacina, para que seja tomada a melhor decisão.

Em relação às lactantes não há vedação se a criança já tiver mais de 6 meses, nos casos de residência ou deslocamento para áreas de risco. Nos casos de filhos menos de 6 meses a vacina deve ser evitada.

Contudo, se não for possível adiar, ela deve tomar os cuidados para evitar a transmissão do vírus vacinal, que devem ser indicados pelo seu médico.

Tomar a vacina várias vezes deixará a pessoa mais protegida

Mito! Desde que a vacina siga o esquema de normas do Programa Nacional de Imunizações — como acontece com a da febre amarela —, ao tomá-la a pessoa estará protegida, não havendo necessidade de se vacinar outras vezes.

Dessa forma, se as vacinas estiverem em dia, conforme o Calendário Nacional de Vacinação, ela estará protegida. Além disso, ao tomar a vacina sem necessidade, você vai tirar a oportunidade de alguém do grupo de risco se proteger.

Pessoas alérgicas a ovo não podem tomar a vacina

Essa informação também é um mito. Nesses casos é necessário que a pessoa passe por avaliação médica e receba a vacina em local que tenha condições de atendimento para reações anafiláticas.

Quem faz tratamento com drogas imunossupressoras podem ser vacinadas

Parcialmente verdade. Para isso, elas devem interromper o uso por até três meses, dependendo do tipo de medicação. O ideal é perguntar para o médico, que passará as informações corretas e prazos necessários.

Dessa forma, é fundamental estar informado sobre a febre amarela, se prevenir corretamente e procurar atendimento médico diante de algum sintoma, para buscar um diagnóstico e, se necessário, fazer o tratamento.

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