Saúde da mulher após os 30 anos: como prevenir as principais doenças

jan 8, 2018

O funcionamento do organismo feminino é rico em detalhes que se manifestam mais intensamente em diferentes momentos da vida da mulher. Isso significa que, em determinadas fases, é possível surgir a necessidade de tomar cuidados diferenciados para conduzir uma vida mais saudável.

Existem doenças que são mais comuns, por exemplo, a partir dos 30 anos de idade. Nesses casos, é preciso estar atenta para adotar medidas preventivas e adequar o próprio modo de vida às novas circunstâncias que surgirem, e o conhecimento e a boa informação podem orientar as decisões da mulher nessa etapa.

A adoção de novos hábitos mais adequados à sua faixa etária atual é indispensável, e o acompanhamento médico regular por meio de um bom plano de saúde pode fazer toda a diferença na qualidade de vida da mulher.

Quer entender como se prevenir das principais doenças que acometem a saúde da mulher após os 30 anos? Tire suas dúvidas neste guia que preparamos sobre o assunto!

1. Principais cuidados com a saúde da mulher

Naturalmente, a saúde da mulher não se limita aos exames ginecológicos. Alguns hábitos alimentares devem ser incorporados na rotina diária, e é preciso evitar situações de estresse que afetam intensamente a qualidade de vida feminina. Existem também cuidados importantes durante a gravidez.

Por essa razão, algumas medidas que devem ser tomadas são específicas da natureza e da condição próprias do organismo feminino. Elas dizem respeito, principalmente, às necessidades relacionadas:

  • ao aparelho reprodutivo;
  • às mamas;
  • à higiene íntima;
  • às alterações hormonais.

Existem outros cuidados que não são exclusivos da mulher, mas se referem a situações que encontram no universo feminino e no seu dia a dia as condições para o desenvolvimento de distúrbios e doenças, com forte influência na qualidade de vida. Estes requerem maior atenção principalmente quando relacionados:

  • ao estresse da vida moderna e suas exigências sobre a mulher;
  • ao crescimento do tabagismo entre mulheres;
  • às condições cardiovasculares deficitárias;
  • à obesidade crescente.

Existe, ainda, uma realidade cultural que pesa sobre muitas mulheres que cuidam da saúde de seus filhos e de seus respectivos companheiros, mas não dão a devida atenção a si mesmas. Isso inclui prestar atenção à sua alimentação, adotar uma atividade física e tantas outras iniciativas que a mulher deve considerar.

Além disso, é essencial que toda mulher procure conhecer o próprio corpo, as mudanças pelas quais ele passa e os sinais que seu organismo mostra quando alguma coisa não está indo bem. Para isso, deve consultar-se rotineiramente com um médico e, sempre que observar algum sinal do próprio corpo, buscar entendê-lo melhor.

Com o mesmo fim, a realização de exames de rotina constitui-se como um cuidado essencial agir em tempo hábil quando alguma coisa se mostrar irregular. Desse modo, diversas doenças podem ser evitadas ou adequadamente tratadas quando diagnosticadas a tempo.

2. A saúde da mulher após os 30 anos

Ao alcançar o patamar dos 30 anos, mudanças marcantes começam a se manifestar no organismo da mulher. Isso ocorre principalmente porque é nessa fase que o ápice das funções físicas é atingido. É nessa etapa que começam a surgir também as consequências dos excessos e descuidos com a saúde ao longo dos anos anteriores. Assim, se houver muita exposição ao sol sem proteção ou se forem muitas as noites mal dormidas, por exemplo, o corpo pode começar a dar sinais após os 30 anos.

Devido às alterações hormonais que ocorrem naturalmente no corpo feminino, têm início aqui os processos de envelhecimento gradativo das células. Como resultado, algumas mudanças podem começar a ser observadas, como:

  • desaceleração do metabolismo;
  • perda progressiva de massa muscular;
  • redução na produção de colágeno;
  • aumento do apetite;
  • tendência ao acúmulo de gordura;
  • aumento ou diminuição do fluxo menstrual;
  • alterações de humor;
  • alterações da libido;
  • envelhecimento dos óvulos.

Essas transformações são graduais e não costumam ocorrer todas de uma vez. Ao longo dos anos depois dos 30, a mulher começa a perceber que as coisas vão ficando diferentes com o seu organismo. Por outro lado, é na faixa entre os 30 e 40 anos de idade que ocorre o auge da sexualidade feminina.

Na verdade, um estilo de vida saudável reduz significativamente a intensidade daquelas transformações pelas quais o corpo vai passar. Além disso, ao dar atenção aos sinais apontados pelo próprio organismo e adotar hábitos e cuidados necessários, a mulher consegue retardar os processos naturais de envelhecimento, obtendo o melhor da vida.

O acompanhamento médico rotineiro e a realização de exames periódicos constituem o melhor complemento aos cuidados pessoais com o estilo de vida adotado. Dessa forma, a mulher se mantém em harmonia com a natureza de seu corpo e pronta para agir se alguma irregularidade aparecer.

3. Doenças que afetam a saúde da mulher depois dos 30 anos

Em razão daquelas alterações hormonais antes referidas e das transformações pelas quais o organismo feminino passa, algumas doenças podem surgir nessa fase. A mulher deve ajudar o seu corpo a se proteger com medidas preventivas, assim como deve estar atenta para qualquer manifestação que exija cuidados.

Para que a prevenção seja eficaz, é necessário conhecer algumas das principais doenças que podem afetar a mulher depois dos 30 anos de idade. Em caso de qualquer sintoma, não deixe de procurar seu médico ginecologista para receber as devidas orientações.

Câncer de Mama

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), este é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma. Embora relativamente raro antes dos 30 anos de idade, o câncer de mama começa a marcar presença entre as doenças femininas a partir dos 35, em média. Ainda que homens também apresentem a doença, sua incidência masculina constitui um número muito pequeno de ocorrências (em torno de 1% do total de casos).

O câncer de mama é uma doença de origem silenciosa, ou seja, não apresenta sintomas em suas fases iniciais. Quando o autoexame (avaliação que a própria mulher faz apalpando as mamas) detecta algum nódulo, é porque algo incomum já começou a se desenvolver.

Para evitar que isso aconteça, é fundamental realizar as mamografias periódicas, que são capazes de alcançar uma identificação ainda mais precoce. Com esses exames e a partir da adoção de algumas iniciativas pessoais para reduzir o risco de câncer de mama, a mulher estará bem mais protegida.

É importante ainda que sejam adotadas, em qualquer idade, algumas medidas como:

  • abster-se do tabagismo;
  • evitar bebidas alcoólicas;
  • praticar alguma atividade física;
  • incorporar hábitos alimentares saudáveis;
  • controlar o peso evitando a obesidade;
  • realizar o autoexame rotineiramente;
  • submeter-se à mamografia anualmente.

Mioma uterino

Os miomas uterinos, também chamados de fibromas ou fibromiomas, são tumores não cancerosos (benignos) que podem aparecer no útero. Constituídos por tecidos do próprio útero, eles costumam ficar silenciosos por anos e, de repente, passam a se desenvolver rapidamente.

Quando evoluem, podem intensificar o sangramento menstrual, tornando-o abundante e expondo a mulher ao risco de anemia pela perda de sangue. Algumas mulheres, no entanto, podem não apresentar sintomas da presença do mioma.

De modo geral, os principais sintomas do mioma uterino podem ser assim relacionados:

  • intensos sangramentos durante o período menstrual;
  • sangramento fora do período menstrual;
  • anemia;
  • cólicas e desconfortos abdominais;
  • aumento na frequência de micção (urinar várias vezes);
  • dores na região pélvica (a parte baixa da barriga);
  • dores durante a relação sexual;
  • infertilidade (dificuldade para engravidar).

As causas do mioma uterino não são bem conhecidas, mas estão relacionadas a mudanças genéticas e fatores hormonais. Além disso, acometem em maior número mulheres negras (quase 4 vezes mais) e mulheres obesas.

Em função do número e do tamanho, os miomas podem ser retirados cirurgicamente. Às vezes, quando sua incidência é muito intensa, é necessária a histerectomia (retirada do útero). A ocorrência de miomas uterinos é mais frequente entre os 30 e os 50 anos de idade e costuma regredir após a menopausa.

Candidíase

A candidíase é uma infecção vaginal provocada pela proliferação do fungo conhecido como cândida. Trata-se de uma doença que atinge desde meninas a senhoras idosas, não havendo idade específica para seu acometimento.

Entre os principais sintomas da candidíase estão uma incômoda coceira na vagina, o surgimento de uma secreção esbranquiçada ou amarelada, ardor ao urinar e incômodo na relação sexual. A doença está associada, entre outros, à higiene pessoal, ao uso de roupas molhadas ou muito justas, assim como à utilização de banheiros públicos.

Embora a candidíase possa ser transmitida ao homem, não é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST). Seu surgimento é mais comum nas situações em que o sistema imunológico da mulher está mais fragilizado, como nos casos de:

  • uso de antibióticos;
  • uso de anticoncepcionais;
  • uso de corticoides;
  • diabetes;
  • HPV (vírus do papiloma humano)
  • situações de intenso estresse.

Os principais cuidados preventivos estão orientados para evitar condições propícias ao desenvolvimento do fungo. Assim, além de procurar manter a saúde em dia com a adoção de hábitos saudáveis (alimentação adequada, atividade física), é recomendado evitar o uso de roupas muito justas e o uso frequente de absorventes internos.

Osteoporose

A osteoporose é resultado de uma deficiência na deposição de cálcio nos ossos, tornando-os porosos, frágeis e mais suscetíveis a fraturas. Essa deficiência, muito comum nas mulheres, é intensificada principalmente em razão da redução do hormônio estrogênio com a chegada da menopausa.

Nem sempre os sintomas da osteoporose são perceptíveis. Geralmente, obtém-se o diagnóstico após um evento de lesão ou de fratura de algum osso, mas existem alguns sinais que podem ser indicativos da doença, como:

  • redução da estatura;
  • sensibilidade nos ossos e nas articulações;
  • dor lombar e no pescoço.

O cálcio é um mineral muito dinâmico no organismo humano e participa diretamente dos constantes processos de renovação dos tecidos ósseos. Em algumas situações, a quantidade de cálcio depositada nos ossos é menor do que a que foi reciclada, levando à osteoporose. Hábitos como o tabagismo, o consumo de álcool e a ausência de atividades físicas também contribuem para a deficiência do mineral no organismo.

Nesse sentido, a permanente disponibilidade de cálcio e de vitamina D (que facilita a absorção do mineral) é fundamental para se evitar a deficiência. Assim, uma dieta rica em cálcio, a prática de uma atividade física e uma adequada exposição ao sol tornam-se imprescindíveis para toda mulher se manter saudável.

4. Como prevenir riscos à saúde da mulher após os 30 anos

Além das consultas médicas regulares e dos exames indispensáveis, a mulher com mais de 30 anos pode adotar algumas iniciativas para uma vida com saúde e mais qualidade. A alimentação adequada, os cuidados com a pele e as práticas físicas estão entre as principais delas.

Alimentação saudável

Até a idade de 30 anos o metabolismo feminino é bastante ativo, o que permite ao organismo da mulher responder mais facilmente às mudanças de hábitos alimentares. Ao ultrapassar essa fase, o processamento do alimento ingerido começa a se alterar e a ficar mais lento. Ao considerar a adoção de uma alimentação saudável adequada, portanto, é preciso levar em conta não apenas as características do alimento, mas também a maneira como o corpo vai processá-lo.

Nessa faixa etária, começa a se instalar uma tendência maior para o acúmulo de gordura corporal. Outro aspecto comum é o aumento do estresse, sobretudo em razão dos compromissos de uma jornada dupla, de mãe e profissional. Como resultado, pode instalar-se uma condição de maior fragilidade do sistema imunológico (as defesas do organismo ficam fracas). Por esse motivo, a inclusão de nutrientes antioxidantes por meio de alimentos e bebidas é parte importante das medidas a serem adequadas para uma alimentação saudável.

Os antioxidantes atuam retardando os processos naturais de envelhecimento e protegendo o organismo de substâncias agressivas às células do corpo. Eles também fortalecem as defesas imunológicas para a proteção contra doenças. Ingerir uma boa diversidade de frutas e verduras ajudará a mulher a suprir bem essa demanda.

De modo geral, uma alimentação saudável e adequada para mulheres com mais de 30 anos deve incluir:

  • frutas (3 porções por dia): uva, mamão, laranja, morango;
  • verduras e hortaliças (2 porções por dia): brócolis, cenoura, espinafre, repolho e salsa, entre outras.

Cuidados com a pele

Entre os principais aspectos do metabolismo feminino que afetam a pele depois dos 30 anos está a significativa redução da produção de colágeno pelo organismo. O colágeno é uma proteína que confere elasticidade à pele, e sua deficiência pode deixá-la com um aspecto mais envelhecido.

Outro fator que provoca o envelhecimento da pele é a desidratação. Por essa razão, é essencial manter o corpo adequadamente hidratado com uma regular ingestão de água e com o uso de hidratante para a pele. Para esse fim, procure adotar produtos que possam ser utilizados diariamente e, se possível, que ajudem a renovar a pele.

Como já era de se esperar, constituem ferrenhos inimigos da pele feminina, em especial depois dos 30:

  • cigarro;
  • álcool;
  • noites mal dormidas;
  • raios solares diretos.

Evitar exposição a esses fatores é indispensável para manter a saúde em dia nessa fase. Outro cuidado essencial para a pele e para a saúde da mulher é a adoção de filtro solar sempre que for necessário se expor ao sol. Essa atenção dada à pele impede que os raios solares, em especial seu componente ultravioleta (UV), induzam a produção de radicais livres que aceleram o envelhecimento das células e dos tecidos.

Também é importante cuidar para ter noites de sono bem dormidas. Para isso, experimente tomar um banho quente, beber um chá relaxante ou pensar em coisas que lhe trazem calma e paz antes de se deitar para dormir. Lembre-se que, nessa faixa etária, noites de insônia ou mal dormidas deixam suas marcas de maneira muito intensa na pele, principalmente no rosto.

Atividades físicas

Não é segredo que as atividades físicas são essenciais para a saúde de qualquer pessoa. Para a mulher depois dos 30 anos de idade, porém, essa importância é ainda maior.

Nessa fase da vida, a mulher quase sempre se vê engajada em muitos compromissos com a família e com o trabalho. Essa jornada múltipla pode ocupar todo o seu tempo e, invariavelmente, elevar os níveis de estresse aos quais ela se submete.

Assim, a adoção de atividades físicas em sua rotina se torna medida indispensável para fornecer o condicionamento físico necessário, aliviar as tensões e garantir maior qualidade de vida. Os principais benefícios dessa prática são:

  • redução do peso;
  • redução da gordura corporal;
  • incremento muscular;
  • redução do colesterol total;
  • redução da pressão arterial em repouso;
  • controle da glicemia (açúcar no sangue);
  • aprimoramento do condicionamento físico;
  • fortalecimento dos ossos e articulações;
  • regularização do ciclo hormonal feminino;
  • redução do estresse;
  • melhoria na autoestima.

A saúde feminina recebe um conjunto importante de benefícios quando adota uma rotina de práticas físicas. Não estamos falando aqui de adotar uma série de esforços para se transformar em uma atleta: a atividade física pode ser uma simples sessão de alongamento diária seguida por uma caminhada de 30 minutos, por exemplo, ou de 45 minutos em dias alternados. Trata-se de uma dedicação bem pequena se pensarmos na grande quantidade de benefícios que ela propicia. Portanto, trata-se muito mais de disciplina do que de esforço físico propriamente dito.

5. Exames essenciais para a saúde da mulher

Como você viu, existem exames médicos periódicos que devem compor a rotina de cuidados com a saúde da mulher desde a adolescência. Conduzidos dessa forma, é possível prevenir e identificar precocemente diversos distúrbios a que se expõe o organismo feminino.

Não deixe de incluir em sua agenda os principais exames:

Mamografia

Consiste em uma investigação radiológica, popularmente conhecida como “raio X das mamas”. Seu objetivo é detectar possíveis sinais da ocorrência de desenvolvimento de câncer nessa região.

O câncer de mama não costuma apresentar sintomas até que esteja relativamente avançado. Por essa razão, a importância da mamografia rotineira é ainda maior, permitindo sua descoberta em tempo hábil para um tratamento efetivo.

Papanicolau

O exame Papanicolau deve ser realizado desde os 20 anos de idade e continuar após os 30. Ele consiste na coleta e avaliação microscópica, em laboratório, de células da região de entrada do útero. A coleta é feita por raspagem local com espátula no próprio consultório ginecológico. Com a análise deste exame, é possível detectar precocemente o câncer de colo do útero, além de detectar a existência de infecções como candidíase, gonorreia e o papiloma vírus (HPV), entre outras.

Eletrocardiograma em repouso

Este exame tem o intuito de observar a frequência cardíaca (batimentos do coração) em situações de descanso, sem esforço. É o exame cardiológico mais comum e deve ser utilizado juntamente com a avaliação médica.

Embora seja algo simples, trata-se de um exame muito útil para o diagnóstico da maioria das doenças do coração, sendo solicitado a critério do médico. Pode ser realizado no próprio consultório, dependendo da especialidade médica.

Glicemia, colesterol e triglicerídeos

O exame de glicemia é uma análise laboratorial de sangue utilizada para prevenir o diabetes. Já o exame de colesterol e triglicerídeos avalia a possibilidade de doenças cardiovasculares. É recomendável que ambos sejam realizados por toda mulher a partir dos 35 anos de idade, em especial as fumantes, hipertensas ou com história familiar de colesterol elevado ou obesidade.

Exames da função tireoidiana

A tireoide é a glândula responsável pela produção de hormônios de grande importância para o funcionamento do organismo. Alterações nos níveis dos hormônios produzidos podem provocar sérios danos à fisiologia do corpo, levando até ao desenvolvimento de processos cancerosos.

Essas possíveis irregularidades podem ser diagnosticadas por meio dos exames da função tireoidiana, principalmente:

  • TSH: hormônio estimulante da tireoide;
  • T3: hormônio triiodotironina;
  • T4: hormônio tiroxina.

Como você viu, a saúde da mulher vai muito além dos exames ginecológicos. Para levar uma vida sempre saudável, é preciso ficar atenta às medidas preventivas e cuidados que devem ser tomados em cada idade. Além da adoção de hábitos saudáveis para fortalecer os sistemas do corpo, é preciso colocar em prática algumas iniciativas que visam reduzir o estresse diário acumulado e recuperar as energias.

Por fim, exames médicos periódicos complementam os cuidados que permitem diagnosticar o aparecimento de alguma irregularidade e agir em tempo hábil. Gostou deste post e quer continuar acompanhando outras informações sobre saúde e bem-estar? Assine gratuitamente a nossa newsletter e receba todas as novidades do blog no seu e-mail!

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